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terça-feira, 29 de janeiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL / ORIENTAÇÕES INICIAS
ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL
ORIENTAÇÕES INICIAIS PARA 2013
Caros Orientadores Educacionais, o ano se inicia oportunizando a todos nós Orientadores, a efetivação de ações que venha revelar o grande diferencial da Orientação Educacional no contexto escolar. Para isto é necessário que estas mesmas ações estejam respaldadas nos novos paradigmas da Orientação Educacional promovendo um fazer alicerçado na coletividade, problematização e contextualização.
O primeiro momento é crucial para o sucesso de todo o ano, pois uma base bem estruturada e solidificada oferece condições para a realização de trabalhos coesos e sistematizados durante todo o ano letivo.
1. Plano de ação do Orientador Educacional
- Para a elaboração do Plano de Ação os Orientadores deverão se apropriar dos respectivos documentos: roposta da Orientação: “ORIENTAÇÃO EDUCACINAL – UMA AÇÃO HUMANA NO CONTEXTO ESC0LAR” proposta esta que foi enviada uma copia para que cada regional em 2011, bem como está postada no BLOG ORIENTA SEDUC na pasta Formação.
Ações para a Implantação da Orientação Educacional na Unidade de Ensino
O processo de Implantação é de fundamental importância para o sucesso das ações que serão desenvolvidas futuramente, uma vez que é na implantação que a comunidade escolar conhecerá a intencionalidade e metas do respectivo segmento, conhecimento este indispensável no fortalecimento de parceria. As ações abaixo descritas deverão ser cuidadosamente observadas.
Ações Especificas:
1- Elaborar Plano de Implantação do Serviço de Orientação Educacional respaldado no Projeto Político Pedagógico da Unidade de Ensino;
2- Apresentar a Orientação Educacional e suas atribuições ao diversos segmentos da Unidade de Ensino;
3- Apresentar para ao corpo docente, discente e aos pais/responsáveis o Plano de Ação do Orientador Educacional;
4- Esclarecer a comunidade escolar quanto às prioridades do Serviço de Orientação Educacional;
5- Criar, organizar e manter arquivo para registro de todas as ações desenvolvidas no âmbito escolar;
Nota: “Um arquivo bem organizado, esta separado, por turno e turma, (série) facilitando o processo de sistematização e tabulação de dados para posterior apresentação a comunidade escolar, ação indispensável para o fortalecimento de parceria e credibilidade da função do Orientador Educacional no contexto escolar.”
6- Fazer levantamentos de Instrumentos de trabalho como: Fichas diversificadas para registro de ações coletivas e individuais (sugestão em anexo), encaminhamento de professores, atendimentos a pais, entre outros.
NOTA: Caso a Orientação Educacional já tenha sido implantada na Unidade Escolar, o atual Orientador Educacional deve averiguar se os itens supracitados foram observados e realizados, em hipótese da não realização o Orientador atual deverá realizar estes procedimentos específicos pertinentes a implantação da Orientação Educacional.
Ações a serem desenvolvidas no âmbito institucional
O Orientador Educacional deverá ter uma visão macro da Unidade em que atua, buscando, conhecer a realidade e demanda escolar.
Ações Específicas:
1. Conhecer o Regimento Estadual de Educação do Estado do Tocantins;
2. Conhecer a apropriar-se da Política Pedagógica da Unidade de Ensino em que atua;
3. Orientar a comunidade escolar sobre o ECA- Estatuto da Criança e do Adolescente;
4. Participar de forma efetiva no processo de elaboração do Projeto Político Pedagógico da Unidade de Ensino, primando sempre pela humanização do Currículo Pleno da Escola;
5. Elaborar Plano de Ação com diretrizes para a Orientação Educacional referente ao ano letivo;
6. Fazer levantamento dos dados biopsicossocial dos alunos e tabular estes resultados mediante questionários específicos, (no mínimo 10% dos alunos) no inicio do ano letivo e discutir estes dados com a equipe gestora e corpo docente;
7. Elaborar e aplicar, sempre que necessário instrumentos de coleta de dados com a Direção, Pais, Secretários Escolares, Merendeiras, Vigias, Auxiliar de Serviços Gerais para diagnóstico da dinâmica escolar no que diz respeito às relações e o trabalho propriamente dito;
8. Analisar, interpretar e tabular todos os dados coletados, para discussão com a equipe gestora, corpo docente, discente, pais e alunos considerando as dimensões técnica, política e humana;
9. Colaborar e participar de ações que viabilizem a avaliação das atividades pedagógicas da instituição educacional em que atua.
Ações junto ao professores
O professor sem duvida alguma é agente de educação que mais influência exerce sobre o educando, fazendo dele um agente central do processo educacional. Partindo deste pressuposto é fundamental que o Orientador estabeleça uma efetiva parceria com este profissional, integrando suas ações ao fazer do professor, viabilizando desta forma uma prática interdisciplinar e integrada ao currículo pleno da escola. A parceria entre professor e Orientador fortalecerá o desenvolvimento da humanização da pratica educativa estabelecida pelos dois pilares da educação: Aprender a ser, e aprender a conhecer.
Ações específicas
1. Realizar ações no desenvolvimento de projetos interdisciplinares sobre saúde, educação sexual, prevenção ao uso indevido de drogas, meio ambiente, ética, cidadania, convivência saudável, entre outros, de acordo as prioridades estabelecidas pela escola, primando sempre pela humanização do currículo pleno da escola.
Nota: “Os projetos interdisciplinares são fundamentais, para integrar a ação do Orientador ao currículo pleno da escola, no momento atual não cabe mais uma prática de orientação isolada e fragmentada dos conteúdos abordados no cotidiano da Unidade de Ensino.
2. Realizar a escolha do professor Orientador de turma, esclarecendo o objetivo e atribuições;
3. Acompanhar e subsidiar a atuação do professor Orientador de turma;
4. Orientar os professores quanto à participação dos mesmos na identificação, no encaminhamento e acompanhamento dos/as alunos/as que apresentam dificuldades diversas: cognitivas, emocionas sociais, pessoais, biológicas;
5. Viabilizar aos professores materiais como textos, artigos, filmes, músicas entre outros que possam ser trabalhados nas suas disciplinas, tendo em vista a humanização do currículo e o desenvolvimento integral do educando:
Nota: “O Orientador deverá deixar sempre a disposição do professor fichas de encaminhamento para atendimento coletivo e individual”
6. Viabilizar a devolutiva dos atendimentos /encaminhamentos/ dos/as alunos/as e turmas aos professores/as;
7. Auxiliar na reflexão e na sensibilização do corpo escolar para a prática da educação inclusiva;
8. Refletir junto aos professores sobre: mediação de conflito em sala de aula,auto-conceito, auto-imagem, e auto-estima e liderança.
Ações junto a Coordenação Pedagógica/Direção
A articulação com a Coordenação Pedagógica é fundamental, uma vez que ele é um importante agente da equipe pedagógica da escola. Quando acontece esta integração há um enriquecimento muito grande das ações pedagógicas uma vez que os diferentes conhecimentos são somados, fortalecendo de forma sensível a ações desenvolvidas no contexto escolar.
Ações Específicas:
1. Realizar a acolhida aos alunos no inicio do ano letivo;
2. Proporcionar aos pais, poder de decisão quanto a dinâmica da escola;
3. Integrar os pais nas ações desenvolvidas pela Unidade Escolar;
4. Informar os pais quanto ao desempenho acadêmico dos alunos;
5. Contribuir com a promoção de relações saudáveis entre instituição educacional e comunidade;
6. Participar do planejamento, da execução e da avaliação das atividades pedagógicas coletivas;
7. Participar das reflexões /discussões referente a aplicação de normas disciplinares;
8. Participar dos encontros coletivos semanais com os professores;
9. Contribuir nas reuniões pedagógicas com os professores/as, como também nas reuniões extraordinárias;
10. Contribuir na realização do Conselho de Classe;
11. Contribuir com atividades que promovam a Formação Continuada dos/as professores/as, bem como reflexões sobre a prática pedagógica;
12. Colaborar na análise dos indicadores de aproveitamento escolar, evasão, repetência e infrequencia;
13. Estimular a participação dos alunos nas atividades escolares e nos projetos da instituição educacional, contribuindo para o desenvolvimento e a capacidade de criticar, de opinar, e de assumir responsabilidades;
14. Oportunizar espaços na escola, para exposição de talentos artísticos dos alunos;
15. Acompanhar de forma sistematizada as saídas dos alunos no período de aula, de forma que fiquem registrados os motivos, datas, e horários;
16. Assegurar, e promover ações preventivas no currículo pleno da escola sobre a discriminação por motivo de convicções filosóficas, religiosas, ou qualquer forma de preconceito de classe econômica, social ético e sexual, respeitando a diversidade cultural entre qualquer segmento;
17. Conhecer e articular ações com as redes sociais existentes na comunidade em que atua.
Ações junto ao Corpo Discente
A Orientação Educacional tem como objetivo fundamental oportunizar ao educando o desenvolvimento pleno, visando sua autonomia intelectual e emocional. Cabe a Orientação Educacional Escolar orientar o educando na tomada de consciência sobre seus valores, potenciais e dificuldades, dando-lhes oportunidade de auto-avaliar-se para fazer escolhas mais apropriadas e assumir responsabilidades; mediante uma pratica sistematizada, contínua, coletiva, interdisciplinar, problematizadora e contextualizadas aos diversos elementos que exercem influência direta e indiretamente a sua formação.
Ações Especificas:
1. Apresentar aos alunos o objetivo e atribuições da Orientação Educacional;
2. Acompanhar coletivamente ou quando necessário individualmente os alunos, dinamizando temas que atendam as suas especificidades;
3. Realizar a escolha do representante de turma;
Nota: “Esta ação pode se transformar numa rica oportunidade do Orientador discutir com os alunos temas fundamentais como: Ética, cidadania, liderança, perfil, relacionamento, respeito. Esta ação pode se transformar numa ação impactante com entregas de faixas e certificados.
4. Realizar reuniões periódicas com os representantes de turmas, acompanhando no desenvolvimento da sua liderança;
5. Promover ações que permitam o conhecimento do Estatuto da Criança e do Adolescente;
6. Participar de reuniões do Grêmio Estudantil;
7. Utilizar de instrumentos específicos que permitam o registro das intervenções em sala em sala de aula, atendimentos coletivos e individuais, como termo de compromisso, encaminhamentos e acompanhamentos;
8. Proporcionar ao educando informações a respeito do mundo trabalho;
9. Proporcionar ao á aluno vivenciar situações de aprendizagem que favoreçam a escolha da profissão de forma consciente;
10. Coordenar o processo de sondagem de aptidões interesses e habilidades do educando;
11. Desenvolver projetos interdisciplinares em parceria com os professores que favoreçam a socialização, a disseminação de valores humanos e a aquisição de atitudes/hábitos saudáveis;
12. Promover atividades coletivas e interdisciplinares que favoreçam ao aluno a reflexão-ação da importância de aprender a conviver, mediante atitudes de responsabilidade, cooperação, consideração, respeito, tolerância e sociabilidade;
13. Promover atividades que desenvolva nos alunos o auto-conceito, auto –imagem e auto – estima;
14. Trabalhar com os alunos técnica de estudo e atenção. Tendo em vista maior compreensão dos temas abordados no currículo pleno da escola;
Nota: A ação do Orientador fundamentada numa perspectiva contextualizada, coletiva e interdisciplinar tornará seu trabalho bastante enriquecedor nas séries iniciais mediante a utilização de musicas, filme, conto fabula e historia infantil Como: O patinho feio, Procurando Nemo, Branca de Neve, Shurek, entre outros, oportunizando discussão de temáticas como: auto-conceito, auto-estima, auto-imagem, inclusão e valores humanos.
Nas series finais poderá buscar recursos audiovisuais mais adequados a idade, como também poderá adequar contos infantis ao contexto de vida de cada faixa estaria.
Ações junto a Família
A integração família/comunidade/escola é uma responsabilidade de todos, só através de um currículo integrado e coeso dividindo responsabilidades em prol de um só objetivo que a escola efetivamente alcançará êxito. De nada adianta buscar a parceria escola x família, sem antes preparará o currículo da escola, assim como toda a sua dinâmica escolar para esta integração. No entanto o Orientador Educacional dentro das suas especificidades poderá realizar importantes ações no processo de integração família/escola/comunidade, realizando ações que favoreçam o envolvimento dos pais no processo educativo.
Ações Especificas:
1. Esclarecer para a família sobre o Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente;
2. Identificar e trabalhar junto á família, as causas que interferem no avanço do processo de ensino e de aprendizagem;
3. Orientar os pais e/ou responsáveis para a compreensão da cultura escolar e a importância da intervenção dos mesmos quanto à manutenção de hábitos de estudos na criança e no adolescente;
4. Promover momentos de estudos e reflexão quanto ao relacionamento familiar e prevenção de conflitos escolares;
5. Observar e sondar possíveis influências, no ambiente familiar, que prejudica o desenvolvimento do educando, intervindo/ou encaminhando (rede interna/externa), sempre que necessário;
6. Atender individualmente e/ou coletivamente pais e/ou responsáveis;
7. Registrar em fichas especifica todo o trabalho realizado pela Orientação Educacional com os pais;
Ações na Área de Estágio Supervisionado em Orientação Educacional
Cabe ao Orientador Educacional proporcionar vivência teórica - prática aos estudantes na área de Orientação Educacional.
Ações Específicas:
1. Apresentar todo o trabalho da Orientação Educacional;
2. Proporcionar ao estagiário a vivência de situações reais de conflito. Tomadas de decisão que permeiam as atividades da Orientação Educacional;
3. Proporcionar á reflexão quanto à conduta ética para atuar de acordo ao Código de Ética da Orientação Educacional;
4. Apresentar a política estadual da Orientação Educacional estabelecida pela Secretaria Estadual de Educação bem como o Projeto Político Pedagógico da Escola.
Ações junto á Rede Social
A ação do Orientador é fortalecida quando o mesmo busca parcerias com outros profissionais e instituições especializadas;
1. Estabelecer parceria com profissionais de outras instituições tendo em vista o fortalecimento das ações desenvolvidas na Unidade Escolar;
2.Encaminhar os alunos que apresenta problemas de conduta e dificuldades especificas de aprendizagem;
- Orientações gerais para a elaboração do Plano de Ação do Orientador da Unidade Escolar nas suas respectivas dimensões: Técnica,Humana, Política também postado no BLOG ORIENTA SEDUC.
- Apropriação da Instrução Normativa Nº 008, de 15 de junho de 2011. Publicada no diário oficial nº 3412, quarta-feira, 29 de junho de 2011, p.p.21 e22.
- Matriz diagnóstica – para orientação do Plano de Ação do O.E da Escola- Também postado no Blog Orienta – Seduc.
Esclarecemos que o maior norte para a elaboração do Plano de Ação deve ser a realidade da escola, todas as ações devem ter uma intencionalidade concreta e objetiva; portanto cabe ao Orientador adaptar as diretrizes dos referidos documentos as necessidades da dinâmica escolar.
Uma Nota sobre Planejamento
O Orientador Educacional já teve seu trabalho bastante prejudicado devido à falta de planejamento e sistematização, os orientadores atuavam não de forma direcionada, sistemática e organizada, mas sem vinculo direto com o projeto pedagógico da escola, seguindo um enfoque muito mais REATIVO do que PROATIVO, ou seja, o Orientador sempre esteve à espera das situações problemas para atuar, desta forma ao longo dos anos o Orientador sempre esteve encaminhado para atender as demandas e os problemas imediatos, do que intervir de forma intencional, direcionada na raiz dos problemas a fim de contribuir para a superação dos mesmos.
Antes de qualquer coisa o Orientador precisa saber aonde se quer chegar, pois certamente sua ação será tão limitada quanto for sua visão e concepção em relação ao seu trabalho diante da dinâmica escolar.
O Orientador deve desenvolver o seu trabalho mediante uma ação sistemática, organizada e seguramente direcionada, uma vez que planejamento é vislumbrar uma situação futura melhor e propor-se a construir essa realidade, e materializar uma vontade de transformação da realidade dando objetividade e direcionamento claro e definido das ações. Orientação Educacional planejada sujeita ao principio da ação organizada deve ser liberta de hesitações ou improvisações inadequadas, deve ser um dos objetivos de tantos quantos se preocupam por sua credibilidade, eficácia e por sua própria razão de ser.
O orientador que não tem um planejamento consistente e coeso para apresentar a comunidade escolar, passará uma leitura de que seu trabalho tem um enfoque somente para os “incêndios” que surgirem no dia a dia da escola, pois não há uma intencionalidade, uma meta a ser alcançada. Quando não há um bom planejamento o Orientador dificulta muito a relação Diretor escolar e Orientador uma vez que o Diretor tenderá a direcionar o trabalho do Orientador somente para os problemas corriqueiros do dia a dia, ao passo que uma vez convencido de que a execução do planejamento do Orientador será de suma importância para o sucesso da escola, o Diretor será o primeiro assegurar condições que seja de tempo, humanas e físicas para a concretização do mesmo.
Elementos do Planejamento
• Racionalidade – Significa tornar mais eficientes uma ação mediante a adoção do método cientifico.
• Tomada de Decisão _ O que somos e o que temos hoje foi em grande parte determinado pelas decisões passadas.
E importante evidenciar que a potencialidade da tomada de decisão se fundamenta em um processo de reflexão lógica, reacional e analítica que permite a compreensão ao mesmo tempo aprofundada e globalizante da realidade.
• Futurismo _ Ações, vidas e instituições positivas são aquelas que se orientam por uma visão de futuro que pó si só transforma o presente, dando-lhe um ímpeto de direcionamento de construção de missão.
LUCK Heloísa. Ação Integrada - Administração, Supervisão e Orientação Educacional. Ed. Vozes; 2001;
Um grande Abraço
Da Amiga Ismeni Moura
Orietadora Educaciona- Seduc
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
Reflexão Sobre Conselho de Classe
Sempre que há uma reunião onde se encontra educadores discutindo sobre dinâmica escolar, vai e volta , o assunto se esbarra ao conselho de classe, é preocupante contatar o quanto ainda é presente a pratica de um conselho tradicional e centralizador. Mediante este fato elaborei um texto que trás esclarecimento fundamentais para uma pratica de conselho de classe inovador e significativo.
Espero poder contribuir para a discussão e reflexão desta tão importante e indispensável pratica pedagógica .
Acesse a pagina Conselho de Classe e boa leitura.
Um grande abraço
Ismeni Lima de Moura
Orientadora Educacinal
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
DIA DO ORIENTADOR EDUCACIONAL
Dia 04 de dezembro é o dia do Orientador Educacional, e como uma grande apaixonada pela Orientação, fiquei refletindo sobre a palavra orientar, e como todo bom orientador que se preze gosta de compartilhar, compartilho com todos os amigos minhas reflexões.
Orientar Caminhar e Reorientar
por Ismeni Lima
Meditando na palavra orientar, percebi que há uma estreita relação com caminhar, uma vez que estamos o tempo todo caminhando, todos estamos em algum ponto, em alguma posição da vida, ou seja, em algum caminho. O caminho além de nos conduzir á algum lugar, ainda denuncia o estilo e o ritmo do andarilho, diferenciando- o dos demais protagonistas envolvidos nesta gigantesca “engrenagem” da vida, uma vez que o estilo e o ritmo de cada um de nós revelam a orientação que conduz o nosso ser no mundo.
O tempo todos fazemos escolhas, decidimos sobre o que falar como agir, como se postar , como devemos nos relacionar. Fazemos coisas que não poderiam ser feita por mais ninguém, uma vez que temos o nosso lugar no mundo; neste sentido falamos de propósito.
Desde o romper do dia até o por do sol, escolhemos, decidimos, agimos, vivemos situações semelhantes e tomamos atitudes diferenciadas. Cada um tem um olhar distinto diante das mesmas situações: uns agradece, outros murmuram e reclamam, uns se ressentem outros perdoam, uns se calam, outros gritam, uns choram outros reprimem, uns doam outros retém, são elas, as escolhas que retratam como cada um orienta a sua própria vida e a vida daqueles que lhe cercam; porque nossas atitudes também orientam aqueles que vêem em nós algum tipo de autoridade e influência. Ao Refletir sobre o ponto da vida em que nos encontramos, conheceremos o nível de qualidade que orienta o nosso caminhar.
Todos temos algo que queremos alcançar, mas nem sempre estamos dispostos a mudar a rota, rever o caminho, rever o andar, reorientar, e muitas vezes nos depararemos sempre no mesmo lugar sempre na mesma posição. Penso que tão importante quanto orientar é estar disposto a reorientar, não os outros, mas a nós mesmos e aproveitar ao máximo a caminhada aprendendo e nos enriquecendo com todas as emoções vividas, sejam elas tristes, dolorosas, felizes e alegres.
Saber aonde se quer chegar torna o caminho sedutor e instigante que por se mesmo nos motivará a não desistir no meio da caminhada. Caminhar sem saber aonde se quer chegar, torna a vida desprovida de sentido, muitos vivem confusos no seu próprio eu, e desconhecendo a se mesmo não encontra o caminho, não havendo lugar a chegar, só resta enveredar no caos do desconhecido, e nada mais triste quando um ser humano não conhece o seu próprio ser, pois todas as suas escolhas estarão distorcidas, uma vez que não parte de uma realidade concreta e fidedigna.
Todos devemos ter um ideal de vida, uma fonte inspiradora, algo que vale a pena lutar, para que o amanhã se torne melhor do que o ontem.Quando os dias passam, os meses, e até mesmo os anos, e nos sentimos numa roda gigante movendo-nos de um lado para outro mas visualizando a mesma paisagem, precisamos reorientar o nosso andar, este reorientar deve vim acompanhado das seguintes reflexões: O que tenho guardado dentro do meu baú existencial, como está sendo o meu dia? Como está o meu humor? Minha alegria de viver? Meu relacionamento com as pessoas? Como está a qualidade das minhas emoções? O que tenho abrigado dentro de mim? Quem são meus companheiros de viagem? O que levo na minha bagagem? Que tipo de orientador, ou seja, de condutor sou eu? O caminho do qual estou andando está coerente com o lugar aonde desejo chegar? Não podemos esquecer que situações novas acontecem precedendo sentimentos e atitudes novas, pois a força que há dentro de mim é o que move o que está fora.
Desejo que a força que esteja movendo a caminhada seja uma força tão nobre, que evidencie o propósito da existência de cada um, que seja evidenciado o grande valor de ser alguém conhecido e reconhecido como Orientador Educacional.
Parabéns pelo dia do Orientador, parabéns por se permitir ser alguém tão especial nesta grande caminhada da vida.Um grande abraço da amiga e companheira de caminhada.
Ismeni Lima de Moura
Orientadora Educacional/SEDUC
terça-feira, 20 de novembro de 2012
ATRIBUIÇÕES COMENTADAS
Apesar de termos uma legislação bem antiga que define quais são nossas atribuições, é interessante como ainda tem no nosso meio muito colegas confusos quantos as ações que devem ser desenvolvidas na escola em que atua, pensando nisto resolvi fazer um breve comentário destas atribuições com o objetivo de melhor esclarecê-las.
Vá até a pasta NORMATIVAS e confira!
Um grande abraço
Ismeni Lima de Moura
Orientadora Educacional
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
HUMANIZAR É PRECISO
O ser humano foi criado e formado com propósito; e um dos maiores propósito do Ser Humano é o de compartilhar conhecimentos e sentimentos que possam tornar a vida do outro mais feliz. Quando cada um de nós na sua individualidade consegue se doar se tornando verdadeiros presentes para aqueles do qual se relaciona, cumprimos o verdadeiro sentido da nossa existência. Mas a grande verdade é que só nos tornamos presentes ao nosso semelhante quando as minhas atitudes se tornam presentes para a minha própria vida. Só consigo amar o outro quando possuo afeto genuíno por mim mesmo.
Jesus o maior educador de todos os tempos disse que deveríamos amar o próximo como a nós mesmos, o problema é que quando o sentimento por mim mesmo e por aquilo que faço é precário, eu trato o outro com a mesma precariedade, portanto se faz necessário principalmente a nós educadores que saibamos ampliar a nossa auto-estima e o nosso amor próprio, para isso se faz necessário nos conhecermos na nossa totalidade existencial humana, para que possamos potencializar as nossas qualidades e trabalhar as nossas limitações.
A Orientação Educacional por valorizar de forma profunda as relações humanas tem o papel de provocar estas reflexões no seu ambiente de trabalho. Com o intuito de facilitar esta reflexão estou postando neste blog o projeto “Humanizar é Preciso” como sugestão para dar inicio a esta discussão, o que pode ser desenvolvido no inicio do ano letivo.
Obs: Acesse a pasta PROJETOS e boa leitura.
Espero poder contribuir.
Espero poder contribuir.
Um grande abraço
Ismeni Lima de Moura
Orientadora Educacional
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
"O VALOR DA LEITURA"
Caros Orientadores Educacionais:
Como o tema dos Dias Temáticos deste ano de 2012 é "O Valor da Leitura", indicamos o site Educar para Crecer que apresenta um material riquíssimo que poderá ser trabalhado com e nas escolas. Aproveitem todas as dicas e "mãos a obra".
Além disso, dezoito educadores selecionaram 204 obras essenciais para serem lidas do Ensino Infantil ao Ensino Médio, indicando um livro por mês para alunos de 2 a 18 anos de idade. Confira clicando aqui: Livros para uma vida.
Então, o que está esperando? Veja as recomendações do referido site e estimule seu filho ou aluno a embarcar na aventura que só o bom leitor conhece.
Para ler, clique no link: A importância da Leitura e confira os itens abaixo:
Segundo o Ministério da Educação (MEC) e outros órgãos ligados à Educação, a leitura:
Desenvolve o repertório: ler é um ato valioso para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. É uma forma de ter acesso às informações e, com elas, buscar melhorias para você e para o mundo.
Liga o senso crítico na tomada: livros, inclusive os romances, nos ajudam a entender o mundo e nós mesmos.
Amplia o nosso conhecimento geral: além de ser envolvente, a leitura expande nossas referências e nossa capacidade de comunicação.
Aumenta o vocabulário: graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos
Estimula a criatividade: ler é fundamental para soltar a imaginação. Por meio dos livros, criamos lugares, personagens, histórias…
Emociona e causa impacto: quem já se sentiu triste (ou feliz) ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem.
Muda sua vida: quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida.
Facilita a escrita: ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Ou seja, quem lê mais escreve melhor.
Desenvolve o repertório: ler é um ato valioso para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. É uma forma de ter acesso às informações e, com elas, buscar melhorias para você e para o mundo.
Liga o senso crítico na tomada: livros, inclusive os romances, nos ajudam a entender o mundo e nós mesmos.
Amplia o nosso conhecimento geral: além de ser envolvente, a leitura expande nossas referências e nossa capacidade de comunicação.
Aumenta o vocabulário: graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos
Estimula a criatividade: ler é fundamental para soltar a imaginação. Por meio dos livros, criamos lugares, personagens, histórias…
Emociona e causa impacto: quem já se sentiu triste (ou feliz) ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem.
Muda sua vida: quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida.
Facilita a escrita: ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Ou seja, quem lê mais escreve melhor.
O quanto antes. As pesquisas mostram que quem começa a ler cedo tem mais chances de se tornar um leitor assíduo. Mostram também que o contato com narrativas melhora o futuro desempenho da criança. Por isso, leia - ou conte as histórias que você conhece - para seu filho desde bebê. É importante usar a entonação e a emoção!
Pequenos passos, como deixar os livros ao alcance das mãos e ler pelo menos 20 minutos por dia, fazem toda a diferença. Algumas dicas práticas:
Dê o exemplo e leia você também. É bom para você e excelente para seu filho, que seguirá seu modelo naturalmente.
Deixe os livros à mão para ele folhear e inventar histórias. Livros têm de ser vividos, usados, não podem parecer objetos sagrados.
Reserve um horário para a leitura e transforme em um momento de prazer. Aconchegue-se com seu filho, leia para ele, mostrando as palavras. Quando ele crescer, ajude-o na leitura.
Frequente livrarias e bibliotecas. Dê livros, gibis ou revistas de presente.
Comente sempre o livro com ele. Incentive-o a falar da história e contá-la para outras pessoas.
Empreste livros para os amiguinhos dele. Estimule a troca e as conversas.
Estimule atividades que usem a leitura - jogos, receitas, mapas
Dê o exemplo e leia você também. É bom para você e excelente para seu filho, que seguirá seu modelo naturalmente.
Deixe os livros à mão para ele folhear e inventar histórias. Livros têm de ser vividos, usados, não podem parecer objetos sagrados.
Reserve um horário para a leitura e transforme em um momento de prazer. Aconchegue-se com seu filho, leia para ele, mostrando as palavras. Quando ele crescer, ajude-o na leitura.
Frequente livrarias e bibliotecas. Dê livros, gibis ou revistas de presente.
Comente sempre o livro com ele. Incentive-o a falar da história e contá-la para outras pessoas.
Empreste livros para os amiguinhos dele. Estimule a troca e as conversas.
Estimule atividades que usem a leitura - jogos, receitas, mapas
Livros com temas atraentes e linguagem adequada para cada idade são garantia de diversão. "Para conquistar os pequenos leitores, é preciso recomendar livros pelos quais eles se interessem. Tomando o cuidado, claro, de escolher obras que proponham algum tipo de reflexão e que sejam bem escritas", diz Ana Elvira Casadei Iorio, professora do Colégio São Luís, de São Paulo (SP).
Cuidado para não forçar a barra - nunca obrigue a leitura nem indique obras impróprias para a sua faixa etária. "Se começarmos exigindo que eles leiam livros mais sérios e pesados, podemos perder o leitor", completa a professora.
Cuidado para não forçar a barra - nunca obrigue a leitura nem indique obras impróprias para a sua faixa etária. "Se começarmos exigindo que eles leiam livros mais sérios e pesados, podemos perder o leitor", completa a professora.
Antes de mais nada, porque isso vai estreitar o vínculo familiar... Afinal, trata-se de uma experiência compartilhada. Lendo, você ri e se emociona, mostra à criança seu lado humano e capta os sentimentos dela. Quem não se lembra da cena do filme "ET - O Extraterrestre" em que a mãe lê "Peter Pan", clássico de James M. Barrie, para a pequena Drew Barrymore: "Se você acredita em fadas, bata palmas!". E as duas batem palmas animadamente. Só Spielberg para mostrar tão bem esse momento de intimidade e alegria em família.
Nos Estados Unidos, são muitas as campanhas pró-leitura. Uma delas, da Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation, www.readingfoundation.org), que reúne instituições voltadas à disseminação da leitura, tem um slogan que diz muito em poucas palavras: "Leia com uma criança. São os 20 minutos mais importantes de seu dia". Ou seja, não é preciso ler por muito tempo, mas é importante inserir a leitura na rotina da criança e da família.
Compartilhar uma história já é uma forma de leitura. "O fato de a criança ainda não saber ler convencionalmente não significa que não possa presenciar das mais variadas situações de leitura", explica Clélia Cortez, coordenadora pedagógica do Colégio Vera Cruz, em São Paulo (SP). Nesta situação, o adulto é um mediador entre a criança e o livro, ou seja, é ele quem lê para ela, de preferência com entonação e emoção. "Neste momento, o que interessa é o prazer pela leitura e o afeto que envolve o momento", reforça Clélia Cortez.
Muitos dos livros para crianças em fase de pré-alfabetização são verdadeiros brinquedos. Coloridos e dobráveis, eles são muito lúdicos, o que estimula o gosto pelos livros. "Desde pequenas, as crianças devem se sentir motivadas a ler. Elas precisam perceber a leitura como um desafio interessante e prazeroso", completa Clélia Cortez.
Muitos dos livros para crianças em fase de pré-alfabetização são verdadeiros brinquedos. Coloridos e dobráveis, eles são muito lúdicos, o que estimula o gosto pelos livros. "Desde pequenas, as crianças devem se sentir motivadas a ler. Elas precisam perceber a leitura como um desafio interessante e prazeroso", completa Clélia Cortez.
É importante atentar para a adequação entre a idade da criança e a faixa etária indicada no próprio livro. Indicações de parentes, amigos e principalmente, educadores, ajudam - e muito. É válido considerar também os temas que interessam mais aos pequenos leitores. Outro aspecto fundamental é apresentar às crianças narrativas simples, porém ricas - afinal os textos precisam ter vocabulário acessível, mas não podem subestimar o pequeno leitor. "Embora possa ser menor, a narrativa tem uma riqueza na construção da linguagem, até porque as crianças dessa idade estão em processo de construção da oralidade e precisam ter boas referências. A linguagem está relacionada com o pensamento, por isso a importância de oferecer ricas narrativas", diz Clélia Cortez, coordenadora pedagógica do Colégio Vera Cruz, em São Paulo (SP).
Para os mais velhos, vale a pluralidade de gêneros literários e finalidades - livros para divertir, para imaginar, para conhecer outras culturas, para estudar; livros que abordem valores e boas atitudes, que tenham personagens com os quais eles se identifiquem. O principal é, de novo, que tragam boas referências. "É nessa fase que os alunos estão começando a produzir seus próprios textos", diz a Lara Pecora Polazzo, professora do Colégio Santa Maria, de São Paulo (SP).
Sim, a leitura ajuda a aumentar o vocabulário, pois familiariza a criança com a palavra escrita e, de quebra, ajuda a fixar a grafia correta das palavras e a construção harmônica das frases.
Textos com estrutura de repetição costumam ser muito apreciados pelas crianças. São fáceis de memorizar e ainda possibilitam a identificação das palavras repetidas, o que é importante para a alfabetização. "Ao acompanhar a leitura das palavras de um livro, a criança, mesmo que ainda não seja alfabetizada, vai sendo introduzida no mundo das letras", afirma Célia Cortez, coordenadora pedagógica do Colégio Vera Cruz, em São Paulo (SP).
Textos com estrutura de repetição costumam ser muito apreciados pelas crianças. São fáceis de memorizar e ainda possibilitam a identificação das palavras repetidas, o que é importante para a alfabetização. "Ao acompanhar a leitura das palavras de um livro, a criança, mesmo que ainda não seja alfabetizada, vai sendo introduzida no mundo das letras", afirma Célia Cortez, coordenadora pedagógica do Colégio Vera Cruz, em São Paulo (SP).
Em tese, toda leitura é bem-vinda. Ter contato com obras de diferentes estilos é fundamental. "Livros para divertir, para imaginar, para conhecer outras culturas, para estudar; livros que abordem valores e boas atitudes, que tenham personagens com os quais as crianças se identifiquem", afirma Lara Pecora Polazzo, professora do Colégio Santa Maria, de São Paulo (SP). Por isso, não há problemas em ler com interesse - compulsão, até - best-sellers como Crepúsculo ou Harry Potter. Mas os pais têm obrigação de intermediar o contato do filho com outras experiências literárias. "A orientação de um leitor mais experiente é muito importante", diz Neusa Sallai, professora do Colégio Rio Branco, de São Paulo (SP).
Sim, pois o hábito da leitura é contagiante. Se os pais, volta e meia, ficam quietinhos, mergulhados num bom livro, a criança com certeza receberá a mensagem: ler é gostoso. Por isso, dê o bom exemplo. A pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", publicada pelo Instituto Pró-Livro em 2009, indica que, 55% dos entrevistados que não lêem nunca viram os pais lendo e 86% nunca foram presenteados com livros na infância. Precisamos mudar isso!
Quer que seu filho leia mais? Então faça o mesmo e comece a substituir alguns momentos em frente à TV pela leitura.
Sempre que estiver lendo um jornal, chame seu filho para ver algo interessante que você encontrou. Pode ser uma tirinha engraçada, uma imagem ou uma notícia do interesse dele.
Não sabe que programas fazer com as crianças? Frequente livrarias. Deixe seus filhos folhearem os livros, leia histórias para eles e, quando possível, leve algum para casa. E, mesmo que você possa, não compre muitos num só dia. Procure manter o hábito de voltar lá outras vezes e levar um por vez.
Quer que seu filho leia mais? Então faça o mesmo e comece a substituir alguns momentos em frente à TV pela leitura.
Sempre que estiver lendo um jornal, chame seu filho para ver algo interessante que você encontrou. Pode ser uma tirinha engraçada, uma imagem ou uma notícia do interesse dele.
Não sabe que programas fazer com as crianças? Frequente livrarias. Deixe seus filhos folhearem os livros, leia histórias para eles e, quando possível, leve algum para casa. E, mesmo que você possa, não compre muitos num só dia. Procure manter o hábito de voltar lá outras vezes e levar um por vez.
Segundo a Câmara Brasileira do Livro (CBL), cada brasileiro lê pouco mais de dois livros por ano. Na Inglaterra, que tem um dos melhores sistemas de ensino do mundo, a média chega a cinco livros anuais. Que tal acompanhar o ritmo dos ingleses ou, até mesmo, superá-lo?
Boas Leituras e um excelente trabalho com os alunos!
Sucessos!!!
Por: Aldizia
Para quem não compra livros porque são caros, é hora de abandonar a desculpa: a maioria dos brasileiros não precisa, necessariamente, gastar aos montes nas livrarias. Segundo dados do IBGE, 85% dos nossos municípios possuem bibliotecas públicas e bem equipadas! Acostume-se a frequentá-las com o seu filho e mostre quanta coisa interessante ele pode descobrir com os livros.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
REFLEXÃO DE FIM DE ANO
Orientadora Educacional
Estamos chegando ao final de mais um ciclo e recomeçando um novo. É interessante notar como as pessoas ficam mais reflexivas a respeito de suas vidas em finais de ano, refletem sobre o que foi feito durante o ano, as metas atingidas e não atingidas, os sonhos conquistados e não conquistados, os sentimentos vivenciados: amor, ódio, perdão, mágoa, verdade, mentira, solidariedade, egoísmo, solidão, amizade, enfim, todas as emoções sentidas, expressadas e muitas vezes reprimidas, que individualizam o ano de pessoa pra pessoa. Certamente para muitos o ano de 2011, será inesquecível, pois filhos vieram ao mundo, casamentos foram realizados, bens foram adquiridos, sonhos alcançados. Mas 2011 será lembrado com pesar, para aqueles que perderam seus entes queridos, que tiveram grandes perdas materiais, emocionais, físicas, experiências de decepções e frustrações.
E nada mais oportuno do que refletir sobre tudo isto nesta época do ano, pois natal significa vida, nascimento; quando uma mulher está grávida ela faz pré- natal, onde anuncia a vinda de uma nova vida ao mundo. Aproveitando o clima de reflexão, e na certeza de que tudo quanto fazemos são sementes que germinarão posteriormente, torço para que você abra seu coração para este nascimento, que Jesus e tudo o que Ele representa: amor, paz, perdão, misericórdia, longaminidade, santidade, integridade, verdade, harmonia, renúncia, restauração, possa de fato nascer na sua vida, na sua família, no seu casamento, no seu trabalho.
Que ao comemorar o natal, que é o nascimento de Jesus, tudo possa ser feito pensando no aniversariante, Jesus Cristo, portanto que a comida e a bebida a ser oferecida, possam agradá-lo que as músicas a serem tocadas possam ser agradáveis ao seu ouvido, que as palavras a serem faladas possam expressar o seu amor, e que o clima espiritual revele a sua presença.
Neste final de ano agradeçamos a Jesus o grande aniversariante, aquele que impactou o mundo e a historia com seu amor, por tudo que ele nos proporcionou, até a permissão de passarmos por momentos difíceis, na certeza de que bem geridos nos tornam pessoas melhores, e na certeza ainda que ele sempre estará lado a lado em toda e em qualquer situação daquele que o desejar verdadeiramente.
A Bíblia sagrada fala que o aniversariante Jesus Cristo, está à porta de cada coração a bater, e ele entrará e ceará com aquele que abrir. Portas de muitas casas têm sido fechadas para ele, e podemos notar com muita clareza a falta que Ele faz todos os dias nos noticiários, no nosso bairro, na nossa rua; que esta falta não possa ser notada e sentida na nossa vida e na nossa família. Fechemos as portas de nossas vidas e de nossas casas para tudo aquilo que não nos edifica e que entristece Jesus, que a porta de nossos corações e de nossas casas esteja sempre aberta para Ele, que Jesus possa se sentir acolhido e feliz com o que presenciar em nossos corações, em nossas vidas e em nossos lares, que nada o incomode e o constranja.
O Ano Novo se aproxima e com ele muitas expectativa de uma vida nova,
no entanto vivemos um paradoxo, desejamos coisas novas, fazendo sempre as mesmas coisas, queremos que os nossos filhos mudem, mas não mudamos nossa forma de educar; queremos amor, mas não sabemos amar; queremos compreensão, mas não compreendemos; queremos uma vida tranqüila e calma, mas muitas vezes por pouca coisa tumultuamos o ambiente em que vivemos através de palavras e atitudes. Jesus disse: “Tudo aquilo que plantares certamente ceifarás.” Se queremos realmente um ano novo em 2012, o primeiro renovo, deve ser gerado dentro de nós.
Que os frutos do Espírito Santo: Amor, Paz, Alegria, Bondade, Mansidão, Temperança, Fidedignidade, Domínio Próprio, sejam os primeiros ingredientes a abastecer a nossa dispensa espiritual em 2012.
Lembremos: se temos o Espírito Santo conosco é natural que manifestemos seus frutos, na nossa vida pessoal e na vida daqueles que nos cercam, pois o mestre Jesus disse que seria pelos frutos que conheceríamos a árvore; que possamos refletir na árvore que somos e na árvore que desejamos ser.
Que 2012 somando à rica experiência de 2011 possa nos levar a novas atitudes e consequentemente a novas experiências, para que de fato 2012 seja um ano novo em nossas vidas.
Um Grande Beijo no Coração!
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